BEM VINDOS

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10 de dez de 2009

PROJETO: Comunidade Muito Prazer! Mostre o artista que existe em você.










ACIMA FOTOS DO PROJETO LANÇADO NO DIA DAS CRIANÇAS COM A PARTICIPAÇÃO DE UM CORAL DE CRIANÇAS DA IGREJA DA COMUNIDADE. E NO DECORRER DO MESMO, PALESTRAS COM A COMUNIDADE, PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES DENTRO DA ESCOLA, DANÇA DOS ALUNOS EM UMA ESCOLA INFANTIL DA COMUNIDADE E CULMINÂNCIA NA FEIRA INTERDISCIPLINAR COM OS TALENTOS DA COMUNIDADE E SERVIÇOS PARA ATENDER A MESMA E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHOS DOS ALUNOS.

Comunidade Muito Prazer! Mostre o Artista que Existe em Você.

Justificativa:

A existência e a necessidade da participação dos pais e comunidade como um todo na escola é um desafio para mesma.
Contudo, o fato é que a escola precisa aproximar os pais de si mesma e isso só será possível quando ela os atrair para si não só em reuniões de pais, mas também em eventos culturais e artísticos como forma de valorização e participação dos mesmos, de maneira motivadora para que nestes despertem o interesse em interagir com a instituição.
Partindo desse pressuposto, verifica-se a importância de estar compartilhando esta parceria entre a escola e comunidade com intuito de melhorar o rendimento no processo de ensino, visando o interesse dos alunos, despertando o prazer em suas atividades.
Estimular dentro da escola a participação dos pais não é meramente lançar convite ou simplesmente marcar reuniões ou ainda tão somente fazer festinhas em comemoração ao dia das mães, pais, etc.
Para essa tarefa requer organização, conhecimento da comunidade em questão, conquista dessa comunidade através do bom atendimento, bons serviços que a escola oferece e execução de ações que atendam e se adeque a essa comunidade.
Após análise da atual comunidade, junto ao Conselho Escolar que tem a participação de membros da comunidade, pais, alunos e funcionários, verificou-se a possibilidade de incentivar a participação da comunidade, através de seus talentos. Uma alternativa estudada e organizada para atingir com êxito os objetivos propostos. E em acordo com a filosofia da escola expressa no seu Projeto Político Pedagógico:
... pois suas tomadas de decisões, não podem e nem devem correr o risco de “cair” em ações isoladas, que dificultam a construção de um processo de ensino de qualidade, pois é justamente essa ação democrática participativa que compartilha as decisões com a comunidade escolar, assim como compreende a importância desta comunidade nas decisões em que a escola precisa de sua presença.
(PPP-2006)

Objetivo Geral:
• Envolver a família nos eventos e ações inseridos nos projetos da escola para diminuição da distancia entre as duas instituições.

Objetivos específicos:

• Valorizar os talentos da comunidade como forma de possibilitar o acesso desta na escola.
• Fortalecer a parceria entre escola e comunidade através da participação e da credibilidade.
• Conhecer a importância e benefícios que a comunidade traz para a escola, bem como para a própria comunidade.

Metodologia:

O ensino e a aprendizagem fazem parte do cotidiano do ser humano e suas adaptações ao meio em que vivem.
Toda aprendizagem só acontece quando estamos motivados de alguma forma.
Faz se necessário, métodos que estimulem a participação do educando e da comunidade para que os objetivos sejam alcançados.
Não podemos perder de vista o objetivo principal dos pais na escola que é o aprendizado do aluno, a diminuição da distancia entre as duas instituições primordiais na educação das crianças.
Para tanto faz se necessário etapas para o decorrer do projeto:
1ª etapa: Conquistar a comunidade (procurar atender a todos com respeito, compreensão, oferecer os melhores serviços: bons professores, boa merenda, bom tratamento no que diz respeito à justiça e o atendimento).
2ª etapa: Conhecer a comunidade (através de pesquisas e entrevistas saber o modo de vida, questões econômicas, culturais e sociais...).

3ª etapa: Elaboração do projeto e organização das ações (o projeto deve ser elaborado, buscando alternativas que se adeque a comunidade em questão.) Não adianta por exemplo elaborar ações como palestras se a comunidade não é habituada a esse tipo de ações ou já se cansou de tal método. Para isso é importante conhecer muito bem a realidade da comunidade. Os representantes no conselho escolar ajudarão também nessa elaboração das ações.

A última etapa constará ações que visem à participação dos pais através de convites e divulgação do projeto na comunidade local e através dos respectivos representantes no Conselho Escolar para uma mostra de talentos e em contrapartida a aproximação dos pais na escola para que a conheçam e para despertar o interesse dos filhos nos estudos através da simples presença dos seus responsáveis.
O cronograma deste projeto é uma mostra de ações planejadas por nós acadêmicos da Uniasselvi em adequação aos eventos programados pela equipe escolar.
No entanto este projeto pode ser executado de forma mais abrangente e em um período maior de tempo, onde automaticamente os resultados serão bem mais satisfatório e nessa amplitude o projeto irá requerer mais ações específicas a participação dos pais como: oficinas, participação na sala de leitura contando histórias e causos, participação no recreio, nos eventos e projetos da escola.
A Culminâcia do projeto terá um subtema: Comunidade Muito Prazer! Sua presença é que faz acontecer.
A escola terá muitas apresentações da comunidade e exposição dos trabalhos dos alunos.
Cronograma
09/10 Lançamento do Projeto

Festa das crianças Equipe técnica administrativa e acadêmicos Festa para as crianças da escola com apresentação de um coral de crianças da igreja da comunidade.
Apresentações e ajuda da comunidade com o lanche e as brincadeiras.

16/12 Passeio para as crianças no CPA
Através da Eletronorte as crianças conhecem o Centro de Proteção Ambiental e realizam atividades no mesmo relacionado ao meio ambiente e ao dia das crianças, no final ganham um lanche saboroso.

29 e 30/10 Torneio de Matemática
Disputa entre classes da mesma série com a participação de alguns pais como desafiadores e como jurados.
12/11 INTERAÇÃO COM A ESCOLA DO BAIRRO
Alunos da escola apresentam para escola infantil do bairro uma dança.

13/11 Palestra sobre a família/coordenadora escolar
Palestra interativa com os pais sobre a família utilizando data-show.
27/11 Culminância do Projeto
Feira Interdisciplinar Acadêmicos e equipe escolar Mostra dos trabalhos dos alunos nos projetos durante o ano com a participação da comunidade mostrando seus talentos na dança, na música, no esporte e na culinária e ainda serviços na área da saúde, corte de cabelo e pechincha.

Referências
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Pedagógico/ EMEF. Dona Júlia Passarinho: Uma proposta viável para a democratização plena do ensino público-2006.

26 de nov de 2009

Fábulas na Eja

Hoje levei para escola algumas Fábulas e no pátio dividir a turma em duplas e as mesmas teriam que fazer a leitura das fábulas, além de ter que comentarem a moral da história.E todos começaram a ler...
"Moral da História": uma aula não foi suficiente, pois cada um quis colocar sua interpretação sobre as fábulas e ainda estenderam o assunto para lendas e mitos.
As lições são maravilhosas e condizem com a a realidade atual.

Muito bom!!!
O Cachorro, o Galo e a Raposa

Um Cachorro e um Galo que viajavam juntos, resolveram se abrigar da noite, em uma árvore. O Galo se acomodou num galho no alto, enquanto o cão deitou-se num oco, na base do tronco da mesma. Quando amanheceu, o Galo, como de costume, cantou ao despertar.
Uma Raposa, que procurava comida ali perto, ao escutar o canto, se aproximou da árvore, e foi logo dizendo o quanto lhe agradaria conhecer de perto, o dono de tão extraordinária voz.
“Se você me permitir”, ela disse, “Ficarei muito grato de passar o dia em sua companhia, apreciando sua voz.”

O Galo então disse: “Senhor, por favor, dê a volta na árvore, e peça para meu porteiro lhe abrir a porta, pois eu o receberei de bom grado.”

Quando a Raposa se aproximou da árvore, o Cachorro a atacou afugentando-a para longe.
Autor: Esopo

Moral da História:
Quem age de má fé, cedo ou tarde acaba por cair na própria armadilha.

O LEÃO APAIXONADO
Um Leão pediu a filha de um lenhador em casamento. O Pai, contrariado por não poder negar, já que o temia, viu também na ocasião, um excelente modo de livrar-se de vez daquele incômodo.

Ele disse que concordaria em tê-lo como genro, mas com uma condição; Este deveria deixar-lhe arrancar suas unhas e dentes, pois sua filha tinha muito medo dessas coisas.

Feliz da vida o Leão concordou. Feito isso, ele tornou a fazer seu pedido, mas o lenhador, que já não mais o temia, pegou um cajado e expulsou-o de sua casa. Assim, vencido, ele retornou à floresta.
Autor: Esopo

Moral da História:
I) O amor é capaz de amansar a mais selvagem criatura.
II) Todos os problemas, quando examinados de perto, acabam por revelar sua solução.

A FORMIGA E A POMBA
Uma Formiga foi à margem do rio para beber água, e sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.

Uma Pomba, que estava numa árvore sobre a água observando a tudo, arranca uma folha e a deixa cair na correnteza perto da mesma. Subindo na folha a Formiga flutua em segurança até a margem.

Eis que pouco tempo depois, um caçador de pássaros, oculto pelas folhas da árvore, se prepara para capturar a Pomba, colocando visgo no galho onde ela repousa, sem que a mesma perceba o perigo.

A Formiga, percebendo sua intenção, dá-lhe uma ferroada no pé. Do susto, ele deixa cair sua armadilha de visgo, e isso dá chance para que a Pomba desperte e voe para longe, a salvo.
Autor: Esopo

Moral da História:
Nenhum ato de boa vontade ou gentileza é coisa em vão.

A MULHER E A GALINHA
Uma mulher possuía uma galinha, que todos os dias sem falta, botava um ovo.

Ela então pensava consigo mesma, como poderia fazer para obter, ao invés de um, dois ovos por dia.
Assim, disposta a atingir seu objetivo, decidiu alimentar a galinha com uma porção de ração em dobro.

A partir daquele dia, a galinha tornou-se gorda e preguiçosa, e nunca mais botou nenhum ovo.
Autor: Esopo

Moral da História:
O Ganancioso, cedo ou tarde, acaba por se tornar vítima de sua própria ambição.


AS ÁRVORES E O MACHADO

Um homem foi à floresta e pediu às árvores, para que estas lhe doassem um cabo para o seu machado novo. O conselho das árvores então concorda com o seu pedido, e lhe ofertam uma jovem árvore para este fim.

E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já havia derrubado com seus potentes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquele bosque.

Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho:

O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos respeitado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé, ainda por muitos anos.
Autor: Esopo

Moral da História:
Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia, outros fizerem o mesmo consigo.

A LEBRE E A TARTARUGA

Um dia, uma Lebre ridicularizou as pernas curtas e a lentidão da Tartaruga. A Tartaruga sorriu e disse: "Pensa você ser rápida como o vento; Mas Eu a venceria numa corrida."
xxxx
A Lebre claro, considerou sua afirmação algo impossível, e aceitou o desafio. Convidaram então a Raposa, para servir de juiz, escolher o trajeto e o ponto de chegada.
xxxx
E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, determinada, em momento algum, parou de caminhar.
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Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao despertar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já cruzara a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto.
xxxx
Autor: Esopo
Moral da História:
Ao trabalhador que realiza seu trabalho


O CÃO RAIVOSO
Um cachorro costumava atacar de surpresa, e morder os calcanhares de quem encontrasse pela frente.
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Então, seu dono pendurou um sino em seu pescoço, pois assim podia alertar as pessoas de sua presença, onde quer que estivesse.
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O cachorro cresceu orgulhoso, e vaidoso do seu sino, caminhava tilintando-o pela rua.
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Um velho cão de caça então lhe disse:
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Por quê você se exibe tanto? Este sino que carrega, acredite, não é nenhuma honraria, mas antes disso, uma marca de desonra, um aviso público para que todas as pessoas o evitem por ser perigoso.
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Autor: Esopo

Moral da História:
Engana-se quem pensa que o fato de ser notório o tornará honrado.

O HOMEM E A SERPENTE
Uma Serpente, tendo feito sua toca perto da entrada de uma cabana, deu uma mordida no filho menor do Lavrador que ali morava, e este veio a falecer, causando grande angústia e aflição aos seus pais.
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O Pai da criança resolveu então matar a serpente. No dia seguinte, quando ela saiu do buraco em busca de alimento, ele desferiu-lhe um golpe com seu machado. Mas, na ânsia de acertar com um só golpe antes que ela escapasse, errou a cabeça, e cortou apenas a ponta da sua cauda.

Depois de algum tempo, o camponês, com medo de também ser atacado pela serpente, resolveu fazer as pazes, e para agradá-la, deixou perto do buraco, uma porção de pão e sal.

A Serpente então disse: "Doravante, não pode existir paz entre nós, pois sempre que eu ver você, lembrarei da minha cauda cortada, enquanto que, sempre que você me ver, lembrará da morte do seu filho."
Autor: Esopo

Moral da História: É muito difícil esquecermos das injúrias sofridas, especialmente na presença dos seus causadores.


O MOSQUITO E O TOURO
Um Mosquito que estava voando, a zunir em volta da cabeça de um Touro, depois de um longo tempo, pousou em seu chifre, e pedindo perdão pelo incômodo que supostamente lhe causava, disse: “Mas, se, no entanto, meu peso incomoda o senhor, por favor é só dizer, e eu irei imediatamente embora!”
Ao que lhe respondeu o Touro: “Oh, nenhum incômodo há para mim! Tanto faz você ir ou ficar, e, para falar a verdade, nem sabia que você estava em meu chifre.”

Com frequência, diante de nossos olhos, julgamos-nos o centro das atenções e deveras importantes, bem mais do que realmente somos diante dos olhos do outros.
Autor: Esopo

Moral da História:
Quanto menor a mente, maior a presunção.


O CACHORRO E A SOMBRA

Um cachorro, que carregava na boca um pedaço de carne, ao cruzar uma ponte sobre um riacho, vê sua imagem refletida na água. Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu.
xxxx
Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o animal refletido na água, para tomar a porção de carne que julga ser maior que a sua.
Agindo assim ele perdeu a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe.
Autor: Esopo

Moral da História:
É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo duvidoso.


EM OUTRAS MIL, ÉS TU BRASIL...


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CHORINHO BRASILEIRO

Concurso de redação


Certa noite, ao entrar no meu

gabinete, vi, num mapa-mundi

que tenho na parede,

o nosso Brasil chorar:

O que houve, meu Brasil

brasileiro? _ perguntei-lhe!

E ele, espreguiçando-se em

seu berço esplêndido,

esparramado e verdejante

sobre a América do Sul,

respondeu chorando, com

suas lágrimas amazônicas:

Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo...

Antes, os meus bosques tinham mais flores

e meus seios mais amores.

Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes.

O sol da liberdade era mais fúlgido

E brilhava no céu a todo instante.

Onde anda a liberdade,

onde estão os braços fortes?

Eu era a Pátria amada, idolatrada.

Havia paz no futuro e glórias no passado.

Nenhum filho meu fugia à luta.

Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo

era a mãe gentil.

E era gigante pela própria natureza

que hoje devastam e queimam,

sem nenhum homem de coragem

que às margens plácidas de algum riachinho

tenha a coragem de gritar mais alto

para libertar-me desses novos tiranos

que ousam roubar o verde louro

de minha flâmula.

E não suportando as chorosas

Lá fora, nas ruas e praças, já estão sendo feitos

os preparativos para os comícios.

Quem salvará o Brasil? Perguntei a mim mesmo

como se tivesse a resposta...

Eu? Tu? Ele? Nós? Vós? Eles?

Ninguém isoladamente, certamente.

queixas do Brasil, saí de casa
e fui para o jardim.
Era noite e pude ver
a imagem do Cruzeiro
que resplandece no lábaro que
o nosso país ostenta estrelado.
Pensei...conseguiremos salvar
esse país sem braços fortes?
Pensei mais...quem nos
devolverá a grandeza
que a Pátria nos traz?
Voltei ao gabinete mas encontrei
o mapa silencioso e mudo,
como uma criança dormindo
em seu berço esplêndido.

Talvez quem sabe,

numa nova conjugação?

Por favor, muito cuidado ao votar.

Esteja bastante consciente de sua escolha,

coloque acima de qualquer interesse

o amor por esta Pátria que precisa deixar de ser

um país do futuro para ser

a nossa realidade de hoje.

25 de nov de 2009

FALANDO EM MEIO AMBIENTE...


Tucuruí e o Meio Ambiente

A Campanha Todos Contra o Lixo, promovida pela Prefeitura de Tucuruí através das Secretarias de Meio Ambiente e Obras , foi lançada dia 23/01/2009 em solenidade no Auditório do Centro de Convenções de Tucuruí. Com vários Secretários Municipais, representantes de entidades e funcionários da Secretaria de Meio Ambiente. Acreditamos que os secretários e o prefeito tem realmente vontade de resolver os problemas ambientais em Tucuruí, o problema é que esta tarefa é muito difícil, diríamos que é praticamente impossível, embora torcemos para que tenham êxito. Vejam as razões para o nosso ceticismo:

Construções ilegais

Temos muitos e graves problemas ambientais em Tucuruí, alguns relativamente fáceis de serem resolvidos e outros bem mais difíceis devido aos grandes interesses econômicos, políticos e a falta de vontade política dos gestores públicos. Grandes empresários locais constroem dentro do igarapé e em cima do igarapé sem serem incomodados, causando a diminuição da vazão das águas e causando enchentes e muitos prejuízos. O grande problema é que estes empresários são financiadores de campanha dos políticos locais, desta forma se tornam "intocáveis" no sentido de impunidade. As construções estão no centro da cidade e a menos de 400 metros da sede da Prefeitura e do gabinete do prefeito. Para piorar ainda mais, vários lava-jatos estão nas margens dos igarapés e poluem as águas com óleo e todo tipo de sujeira .

Extração ilegal de barro, areia e pedra

Empresários de materiais de construção retiram para comercializar, areia das praias, barro e pedra do Rio Tocantins, destruindo a vegetação ciliar, os barrancos nas margens e as ilhas, desta forma assoreando o leito do rio sujando suas águas e aumentando a erosão que ameaça ruas e construções. Também estes são financiadores de campanhas eleitorais.

Coleta deficiente de lixo, falta de fiscalização e consciência ambiental

Ao somarmos a coleta deficiente do lixo, a falta de fiscalização e autuação (multa e ação penal) dos populares que jogam lixo nos igarapés, nas ruas e logradouros públicos e a falta de consciência ambiental por parte de uma parcela da população, temos a razão de termos nossas ruas, logradouros e igarapés sujos e poluídos.

Enfim, este estado de coisas seria relativamente simples de ser resolvido ou pelo menos reduzido ao mínimo caso houvesse: VONTADE POLÍTICA, COMPROMISSO SOCIAL, FISCALIZAÇÃO E PUNIÇÃO. Torcemos para que no futuro possamos ter motivos para fazer matérias sobre a mudança de postura do poder público e divulgar as ações das autoridades no sentido de combater os crimes ambientais e mostrando os resultados.

Se isso acontecer (Deus ajude que aconteça), vamos divulgar o bom trabalho do gestor e de graça .

veja em:


Folha de Tucuruí,


Texto de Natal


MINHA ÁRVORE DE NATAL


“QUISE

“RAS NES

TE NATAL

ARMAR UMA

ÁRVORE DENTRO

DO NOSSO CORA

ÇÃO E NELA PENDU

RAR EM VEZ DE PRE

SENTES OS NOMES DE TO

DOS OS NOSSOS AMIGOS: OS

DE LONGE E DE PERTO, OS

ANTIGOS E OS MAIS RECENTES,

OS QUE VEMOS A CADA DIA E OS

QUE RARAMENTE ENCONTRAMOS, OS

LEMBRADOS E OS QUE, ÀS VEZES FI

CAM ESQUECIDOS, OS DAS HORAS DIFÍCEIS

E OS DAS HORAS ALEGRES, OS QUE SEM QUE

RER MAGOAMOS, OU SEM QUERER NOS MAGOARAM

AQUELES A QUEM CONHECEMOS PROFUNDAMENTE E

AQUELES A QUEM NÃO NOS SÃO CONHECIDOS A NÃO

SER AS APARÊNCIAS, OS QUE POUCOS NOS DEVEM E

AQUELES A QUEM MUITO DEVEMOS, OS NOSSOS AMIGOS HU

MILDES E OS MAIS IMPORTANTES, TODOS OS QUE PASSARAM

PELA NOSSA VIDA. UMA ÁRVORE DE RAÍZES BEM PROFUNDAS PA

RA QUE SEUS NOMES NUNCA MAIS SEJAM ARRANCADOS DO NOSSO

CORAÇÃO, DE RAMOS MUITO EXTENSOS PARA QUE NOVOS NOMES VINDOS DE TODAS AS PARTES, VENHAM JUNTAR AOS EXISTENTES DE SOMBRAS MUITO AGRADÁVEIS PARA QUE SEJA UM MOMENTO DE REPOUSO NAS LUTAS

DA VIDA QUE OS SINOS

DO NATAL SEJAM PORTA

DORES DE ALEGRES ES

PERANÇAS E QUE O ANO

NOVO SEJA REPLETO DE

PROSPERIDADE. SÃO OS

VOTOS DA PROFESSORA

****LEILA PARA VOCÊ***



22 de nov de 2009

MEU RELATÓRIO DE ESTÁGIO DA UNIASSELVI



Não foi possível postar o relatório de acordo com as normas da ABNT.

SUMÁRIO

  1. INTRODUÇÃO.................................................................................................04
  2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA...................................................................05
  3. ROTEIRO E REPOSTAS DAS ENTREVISTAS............................................09
  4. ANÁLISE DAS ENTREVISTAS EM RELAÇÃO AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA..............11
  5. DESCRIÇÃO DA OBSERVAÇÃO E ROTINA DAS ATIVIDADES DE ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO ESCOLAR................................................15
  6. CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................18
  7. REFERÊNCIAS................................................................................................19
  8. ANEXOS...........................................................................................................20

1. INTRODUÇÃO

O relatório a seguir corresponde ao Estágio I e II, voltado às atividades desenvolvidas dentro da escola quanto a Gestão Escolar e os trabalhos executados pelo Orientador e Supervisor escolar. O mesmo foi realizado na EMEF. Gov. Fernando Guilhon, situada na Rua Goiânia, S/Nº no bairro Terra Prometida, um bairro de comunidade carente, onde as pessoas envolvidas no processo de ensino desta escola como: alunos, professores, supervisores, diretores e funcionários em geral não têm medido esforços para que de fato a educação aconteça.

O estágio foi realizado em dupla pelos acadêmicos Arinaldo Néri Ferreira e Leila de Sousa Soares seguindo um cronograma do curso com leitura do manual de estágio, fundamentação teórica, conhecimento da escola campo e os projetos desenvolvidos pela mesma, observação dos trabalhos da gestão escolar, entrevistas, com os supervisores da escola, a qual como a maioria das escolas da rede municipal não possui orientador escolar e por fim a elaboração deste relatório.

Durante este estágio orientado pela tutoria da UNIASSELVI com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento de seus acadêmicos no curso de Pedagogia, observamos o quanto é importante o contato direto com situações diárias da rotina escolar para área em que pretendo atuar.

A rotina escolar, expressa, através das suas dificuldades e das suas atividades realizadas com êxito, contribuições necessárias e essenciais para minha formação. É através desse contato com a instituição e com todos que fazem parte da mesma, que podemos constatar teorias estudas e constatar possíveis contradições entre teoria e pratica. O que é crucial e precisa ser detectado, pois primeiramente voltado ao nosso objetivo de estágio, somará para o nosso crescimento acadêmico e segundo voltado para a escola que nos recebeu de forma profissional e que com certeza aceitará e estarão abertas as contribuições analisadas e fundamentadas.

Portanto, fará com que de forma eficaz nossos conhecimentos, somados aos da equipe atuante, possa fortalecer os saberes e experiências para uma práxis voltada ao permanente: refletir, agir e refletir.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Nunca foram tão disseminadas no contexto educacional as defesas de várias ideologias. É provável que a escola varia entre uma ou outra como várias escolas do Brasil.

Acreditamos que ao contrario à busca por diversas teorias na tentativa de inovação é importante primeiramente que a escola não se desvie do seu contexto histórico, cultural e social, não se desvincule do seu referencial (leis educacionais).

Mesmo considerando este atraso na educação, é notória a contribuição da legislação para os avanços e melhoria do ensino nas escolas brasileiras.( CELI TEREZINHA WOLFF: Supervisão Pedagógica, 2007)

O princípio básico deste trabalho será em mostrar que o importante não é a busca por fundamentos desconhecidos, mas sim em aperfeiçoar o que já se tem como proposta, ou seja, que faça valer na pratica verdadeiramente às leis da educação e a proposta pedagógica que possibilite adequação a realidade da escola.

Em síntese, não é a aprendizagem que deve se ajustar ao ensino, mas sim o ensino que deve potencializar a aprendizagem. (PCN’s -vol. 1, 1997)

No decorrer do estágio, fez se necessário o embasamento fundamentado para garantir credibilidade e segurança à equipe, que mesmo tendo uma política administrativa e pedagógica organizada conseguiu rever algumas situações perfeitamente adaptáveis, porém de acordo com uma fundamentação que atende aos seus anseios e que sejam normas e propostas conhecidas, mas indiferentes devido à onda de ideologias que vem tomando conta da educação e provocando mudanças na organização e no planejamento educacional.

No cerne destas ideologias a escola pergunta-se pelo papel e função enquanto instituição e espaço do saber. Intensifica seu amplo contexto. por autonomia, gestão democrática e mais recursos. Como contrapartida imediata a estas reivindicações, é desafiada a assumir a responsabilidade no exercício de inúmeras ações, dentre as quais está à elaboração do seu Projeto Político Pedagógico em consonância com os planos de educação e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Portanto o que necessitamos na verdade não são as inúmeras ideologias ou metodologias as quais estamos acostumados a ouvir falar, mas sim a aplicação efetiva de leis coerentes com o nosso sistema de ensino e com o nosso período histórico como a LDB e os Planos de Educação. A aplicação sistematizada, refletida e principalmente praticada de uma proposta pedagógica definida comprovadamente eficaz para nossa época como os Parâmetros Curriculares.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais estão situados historicamente. Não são princípios atemporais. Sua validade depende de estarem em consonância com a realidade social, necessitando, portanto, de um processo periódico de avaliação e revisão. (PCN-vol. 1,1997)

A proposta dos PCNs. Precisa ser elaborada numa ação conjunta entre todos os profissionais da escola explicitando a proposta no Projeto Político Pedagógico da escola.

Apesar de apresentar uma estrutura curricular completa, os Parâmetros Curriculares Nacionais são abertos e flexíveis, uma vez que por sua natureza, exigem adaptações para a construção do currículo. (PCN- vol. 1,1997)

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96):

Art. 14º Os Sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:

I- participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto político pedagógico da escola;

II- participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares e equivalentes.

Possibilitar a concentração das ideias em teorias e documentos que de fato devam ser obedecidos e reconhecidos pela equipe foi um dos objetivos do estágio. O qual não trouxe mais uma ideologia para escola, mas sim fez com que esta refletisse e buscasse dentro do seu próprio contexto, seu referencial como instituição redescobrindo sua passagem por um momento histórico, determinantemente capitalista com suas leis e diretrizes, com propostas que é inerente a esse período histórico. Nessa observação de estágio detecta-se uma variação entre uma proposta e outra, entre uma ideologia e outra, sem definir entre o que propriamente a escola pretende seguir. Isso é decorrente em especial, pela ausência de seu Projeto Político Pedagógico. Por tanto faz se necessário apenas o cumprimento de sua lei maior (planos e LDB), no tange ao âmbito pedagógico.

A fundamentação teórica aqui expressa é de fato relacionada à LDB e os Parâmetros Curriculares Nacionais os quais precisam ser mais consultados dentro da escola em uma ação pedagógica entre direção, supervisão e equipe docente.

Art. 13º Os docentes incumbir-se-ão de:

I- participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

II- eleborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

III- zelar pela aprendizagem dos alunos; (LDB 9394/96)

A proposta dos PCNS foi difundida no município há alguns anos. Apesar das criticas a maioria dos educadores conhecem a essência da proposta que é incrementar os trabalhos em sala de aula em todas as áreas do saber tradicionalmente consolidadas o qual é um rico material de apoio possível a ser utilizado a partir de nossas convicções, é necessário o melhor uso possível dos PCNS no cotidiano de nossa vida profissional.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais foi escolhido como fundamentação por vários motivos, entretanto cito quatro deles que são: O conhecimento que os educadores já têm sobre a proposta, o valor histórico que possuem para nossa época, a flexibilidade para adequação com a realidade e principalmente por está em consonância a Lei de Diretrizes e base da Educação atual.

Art. 3º São as seguintes Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental:

IV- Em todas as escolas deverá ser garantida a igualdade de acesso para alunos a uma base nacional comum, de maneira a legitimar a unidade e a qualidade da ação pedagógica na diversidade nacional. A base comum nacional e sua parte diversificada deverão integrar-se em torno do paradigma curricular, que vise a estabelecer a

V- relação entre a educação fundamental e:

a) a vida cidadã através de vários aspectos como:

1.a saúde 2. a sexualidade 3. a vida familiar 4.o meio ambiente 5. o trabalho 6.a ciência e a tecnologia 7. a cultura 8. as linguagens.

b)as áreas de conhecimento (LDB 9394/96)

Os Parâmetros Curriculares tem em suas vertentes temas similares e de possível aplicação.

Fazer esse paralelo entre uma proposta e uma lei a ser cumprida é de fato crucial para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico fundamentado e respaldado nacionalmente. Perder tempo com teorias fantasiosas ou de cunho regressivo não determinará a razão da existência da escola. O que determinará com certeza é o que é proposto e seguido pela escola, de acordo com seus valores sócio-culturais, no seu contexto histórico, econômico e atual.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais, ao propor uma educação comprometida com a cidadania, elegeram baseados no contexto constitucional, princípios segundo os quais orienta a educação escolar: Dignidade das pessoas humana, Igualdade de direitos, Participação e Co-responsabilidade pela vida social.

(PCNS-vol. 8-1997).

Toda proposta pedagógica requer envolvimento de toda equipe e comunidade escolar, porém a ação da supervisão e orientação é de fundamental importância para a consolidação de determinadas propostas.

A ação da supervisão e orientação dentro da escola e do sistema realiza incumbências diferentes estabelecidas nas diretrizes e bases da educação nacional. É evidente que a legislação e as normas por si só nunca resolverão os problemas, cabe a quem é de direito e de dever, colocá-las em prática, para beneficiar a coletividade.

A escola observada não possui serviço de orientação e nessa ausência de um profissional capacitado na área, não se desenvolve dentro da escola acompanhamento constante dos alunos através do serviço de orientação escolar (SOE) e o que é possível fazer é somente detectar alguns problemas por professores e equipe técnico-administrativo e participar aos pais tais dificuldade, não havendo assim uma sistematização nesse acompanhamento.

A supervisão e a gestão por sua vez tem o grande compromisso de orientar, acompanhar, avaliar a implantação da legislação. Para tanto sua proposta político pedagógica deve ser solidificada e baseada em fundamentos aplicáveis e de conhecimento da equipe.

Estamos certos de que os Parâmetros serão instrumentos útil no apoio às discussões pedagógicas em sua escola, na elaboração de projetos educativos, no planejamento das aulas, na reflexão sobre a prática educativa e na análise de material didático. E esperamos, por meio deles, estar contribuindo para sua atualização profissional-um direito seu e, afinal um dever do Estado.

(PCNS, 1997)

3- ROTEIRO E RESPOSTAS DAS ENTREVISTAS

Roteiro de questões sobre as funções que exercem na escola para Orientador e supervisor.

Supervisor: Wenderk dos Santos Moraes

Quais as funções que exerce na escola?

Ações pedagógicas, voltadas professores, comunidade e aos alunos.

E funções de orientador escolar devido à escola não ter esse profissional.

Cite aspectos positivos e negativos em relação a sua função?

· Aspectos positivos são

As ações realizadas com êxito;

Experiência cada vez maior no contexto;

Possibilidade de visualizar melhor e acompanhar de perto o desenvolvimento no que diz respeito ao aspecto pedagógico;

Proporcionar momentos onde os pais tenham a oportunidade de participar da escola ativamente.

· Aspectos negativos são

Os anseios pela realização de atividades que você não tem possibilidade de realizar devido à falta de estrutura e material;

Ausência da família no contexto escolar;

Acumulo de funções pela ausência de profissionais como: orientador, psicólogo e outros.

Defina ações a serem desenvolvidas na escola para um orientador e supervisor competente e comprometido com as transformações sociais?

É ação voltada à permanência dos alunos na escola, são ações voltadas ao aprendizado, como o reforço escolar.

Acompanhar os professores nas atividades dentro da escola. Direcionar o Projeto Político Pedagógico e as ações pedagógicas.

Qual a concepção de aprendizagem que fundamenta o trabalho na sua escola?

A concepção é voltada para o trabalho com Projetos de aprendizagens.

Como foi a escolha da mesma e de que forma esta concepção é materializada no “chão” da escola?

A escolha desta concepção se deu há dois anos atrás pela Secretaria de Educação através de uma proposta lançada pela mesma dessa concepção. Onde as escolas que adotassem a proposta deveriam elaborar de acordo com suas dificuldades e realidades seus projetos de aprendizagem. E a materialização da mesma é feita juntamente com os professores.

As condições físicas de sua escola são adequadas para o exercício pedagógico? Justifique.

Não. O número de alunos cresce anualmente e a escola não comporta os mesmos, em três turnos. Algumas atividades deixam a desejar devido as dependências não acomodarem os alunos.

A ausência de alguns materiais básicos como livros, iluminação, ventiladores e lousas adequados, dificultam a permanência de forma efetiva do aluno em sala de aula.

A formação do corpo técnico pedagógico interfere na qualidade do corpo docente. De que forma?

Todos do corpo técnico pedagógico possuem formação superior e é essencial essa formação, além da experiência que conta muito também.

Quais são as maiores potencialidades de sua escola na dinâmica do cotidiano escolar? Exemplifique.

A união da equipe na realização das ações e eventos dentro da escola.

A sua escola possui Projeto Político Pedagógico?

Não. Pretendemos inicia-lo no próximo ano.

Na ausência do Projeto Político Pedagógico que planejamento norteia o ano letivo e a prática pedagógica destinada à implementação do ensino?

O Regimento Interno, o Plano de Desenvolvimento da Escola com projetos de aprendizagens e ações que visam à participação dos pais e organização da instituição.

4- ANÁLISES DAS ENTREVISTAS EM RELAÇÃO AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A qualidade da atuação da escola não pode depender somente da vontade de um ou outro professor. É preciso a participação conjunta dos profissionais (orientadores, supervisores, professores polivalentes e especialistas) para a tomada de decisões sobre aspectos da prática didática bem como sua execução. (PCN’s vol.1-1997)

Na entrevista o supervisor relata as suas dificuldades em coordenar ações pedagógicas e ações de orientação escolar, além de algumas situações que o mesmo descreve na entrevista como pontos negativos no desenvolvimento de sua função.

Verifica-se que a rotatividade da supervisão na escola este ano é um fator que deve ser levado em conta, quanto à execução dos projetos e ações voltados a esta função que passou pelas seguintes mudanças:

No inicio do ano devido às mudanças políticas houve troca de governo e como é de praxe houve a mudança total do corpo técnico-administrativo ficando a escola com uma diretora, uma vice-diretora e duas supervisoras.

Em março, uma das supervisoras é transferida e o supervisor entrevistado Wenderk dos Santos Moraes assume a supervisão, o qual está capacitado para a função. Porém no segundo semestre há novamente alterações, onde se faz uma mudança na direção, ficando a vice-diretora na direção à senhora Judite Soares Melo e assumiu o atual vice-diretor Adonias Sousa de Oliveira, houve ainda uma outra mudança na supervisão, pois a supervisora que iniciou o ano na escola saiu e assumiu a senhora Glória .

Com todas essas mudanças analisadas, pretendo mostrar a dificuldade da elaboração do Projeto Político Pedagógico, que claro não justifica, contudo não deixa de ser um aspecto negativo, pois qualquer profissional precisa de tempo para se estabelecer, tomar “consciência” do que é relevante para escola e a partir da organização funcional da mesma, elaborar ações pedagógicas e administrativas, pois, além disso, terá que realizar ações integradas com a Secretaria de Educação, resolver situações de cunho financeiro, eleição do Conselho Escolar, resolver problemas do alunado, dá continuidade ao planejamento... Em fim são situações que podem está perfeitamente ligadas ao PPP, contudo o Projeto Político exige e requer discussão, análise, reuniões, contato com a comunidade e com Conselho Escolar, etc. E algumas ações citadas são em caráter de urgência e obviamente dificulta essa elaboração.

Os supervisores de acordo com as suas funções, como as ações pedagógicas voltadas aos professores, comunidade e aos alunos e ainda tendo que executar ações “limitadas” (diga-se de passagem) na área de orientação é visível a dificuldade em coordenar a equipe estando esta dividida em quatro turnos. Definir horários para encontros sem prejudicar o andamento das aulas dificulta certas ações da supervisão.

Ao elaborar seu projeto educativo, a escola discute e explicita de forma clara os valores coletivos assumidos. Delimita suas prioridades, define os resultados desejados e incorpora a auto-avaliação ao trabalho do professor. Assim, organiza-se o planejamento, reúne-se a equipe de trabalho, provoca-se o estudo e a reflexão contínuos, dando sentido às ações cotidianas, reduzindo a improvisação e as condutas estereotipadas e rotineiras que muitas vezes, são contraditórias com os objetivos educacionais compartilhados. (PCN’s- vol. 1 1997)

Existe para tanto a necessidade de executar ações planejadas nos momentos em que a equipe discute e programa suas ações. Pois há uma dificuldade na execução de determinadas ações dentro da escola que necessitaria de atitude e iniciativa dos supervisores. Esperar unicamente que a equipe docente tome a iniciativa é deixar as coisas no improvável e no que é mais cômodo fazer.

O professor deve ter propostas claras sobre o que, quando e como ensinar e avaliar, a fim de possibilitar o planejamento de atividades de ensino para a aprendizagem de maneira adequada e coerente com seus objetivos. É a partir dessas determinações que o professor elabora a programação diária de sala de aula e organiza sua intervenção de maneira a propor situações de aprendizagem ajustadas às capacidades cognitivas dos alunos.

(PCN’s volume I 1997)

A ação da supervisão dentro da escola realiza incumbências diferentes. Estas incumbências estão nas diretrizes e bases da educação que exerce a coordenação do trabalho pedagógico, articulando, acompanhando e orientando as atividades educativas integrantes da equipe escolar. É importante que ação pedagógica incentive a equipe na realização das atividades em conjunto. Que a supervisão coordene dentro da escola a formação continuada, a troca de experiências, a união da equipe, que conquiste sua equipe, assim como o professor precisa conquistar seu aluno, não pela proteção de a ou b, mas pela segurança que devem passar para a equipe no momento em que direciona as ações com conhecimento e fundamentação, no momento em que realiza dentro da escola ações coletivas e de valorização das habilidades que muitos têm e não mostram ou nem descobriram tais habilidades pela falta de oportunidade que não se dá.

Os professores precisam se sentir mais responsáveis pelas ações dentro da escola. São louváveis algumas ações observadas dentro da escola como, por exemplo, uma manhã alegre, quando cada professor executou uma determinada atividade. Porém precisa ser mais que isso. O professor precisa ser induzido pela supervisão a coordenar e executar projetos dentro da escola fazer este se sentir co-autor das ações. Outro exemplo em que à escola deu alguns passos nesse sentido foi à elaboração dos micros projetos dentro da escola, mas faltou da supervisão induzir e cobrar das equipes a realização dos projetos que não aconteceram apesar de serem ações do Pano de Desenvolvimento da escola. Ao contrario disso a equipe técnica por situações já citadas teve que conduzir outras ações emergenciais.

A escola tem como base seu Plano de Desenvolvimento Escolar (PDE) que visa uma sistematização em todos os âmbitos da escola.

A elaboração do PDE-Escola representa para a escola um momento de análise de seu desempenho, ou seja, de seus processos, de seus resultados.

É uma ferramenta gerencial que auxilia a escola a definir suas prioridades estratégicas, a converter as prioridades em metas, a decidir o que fazer para alcançar essas metas, a medir se os resultados foram atingidos e a avaliar o próprio desempenho. (PDE-MEC-2008)

A falta de material pedagógico que o supervisor mencionou na entrevista dificulta alguns avanços, para tanto existe um paralelo enquanto falta livro para o educando a escola dispõe de internet banda larga e data show que na observação percebi que poucos professores usam, alguns por não saberem mesmo e outros talvez não consigam relacioná-los a suas atividades. Daí um exemplo claro da ação da supervisão em ensinar como usar e propor sugestões de como adequar os conteúdos ao uso desse material atrativo e de grandes possibilidades metodológica.

As ações de permanência do aluno na escola envolvem a prática do reforço na escola. Mas o reforço por si só não facilitará a permanência desse aluno o que é impressidivel é a elaboração de projetos voltados a uma educação diferenciada e que sejam atrativos para os mesmos assegurando sua permanência de acordo com suas habilidades e limitações. São ações voltadas ao aprendizado, projetos de conhecimento sócio-cultural, ações envolvendo dificuldades como leitura, escrita e raciocínio lógico.

Direcionar o Projeto Político Pedagógico e as ações entre comunidade e escola, também é um desafio claro da gestão e equipe escolar.

Quanto ao planejamento verifiquei que o que existe é na verdade uma preocupação em manter uma unidade em meio à diversidade, tipo característico da população tucuruiense.

Na educação básica basear-se pelo o planejamento como único referencial de construção pedagógica é limitar os amplos aspectos que o educando pode oferecer, que escola e a comunidade têm com filosofia de vida, o que dever ser considerado como norte para realização de qualquer ação ou planejamento. É necessário que o currículo na educação básica valorize um paradigma curricular que possibilite a interdisciplinaridade, para abrir novas perspectivas no desenvolvimento de habilidades, para dominar concepções pedagógicas, que foram sinalizadas pela proposta curricular nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Os temas estão vinculados ao cotidiano da maioria da população, além dos temas transversais como ética, meio ambiente, pluralidade cultural, trabalho, consumo e saúde.

5- DESCRIÇÃO DA OBSERVAÇÃO E ROTINA DAS ATIVIDADES DE ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO ESCOLAR

A escola Governador Fernando Guilhon está localizada no bairro Terra Prometida s/nº, o qual é um bairro distante do centro da cidade e como tal possui uma comunidade com sérios problemas relacionados com o tipo de vida de todos os moradores como: desemprego, saneamento básico, iluminação, segurança entre outros.

Está em processo de adaptação com a lei do Fundamental de nove anos/11.274 (06/02/ 2006), tendo hoje alunos no 1º ano e 2º ano, 3ª e 4ª série, 1ª e 2ª etapa (Educação de jovens e adultos).

Na área externa encontra-se um cemitério e residências. Inclusive existe uma preocupação da escola em relação ao contato dos alunos com o cemitério, pois os mesmos pulam o muro deste.

Na área interna a estrutura que atende a uma clientela aproximada de mil e trezentos alunos, não é completa e nem suficiente para todos. A qual está distribuída em quatro turnos com 11 turmas pela manhã, 11 turmas no intermediário, 11 turmas pela tarde e a noite.

A escola possui oito dependências, 11 salas de aula, um banheiro masculino e um banheiro feminino para os alunos, dois banheiros para funcionários e as dependências refere-se a uma secretaria, sala dos professores e uma sala para direção, vice-direção e supervisão, uma sala de leitura com um limitado acervo bibliográfico, a maioria voltado à literatura infantil, uma sala de informática com número insuficiente de computadores, uma pequena cozinha, três depósitos, sendo dois de alimentos e outro com alguns materiais, um pátio coberto, porém com uma área também insuficiente para acomodar e desenvolver atividades para alunos de um único turno.

A atual estrutura da escola já não é suficiente para sua clientela. O que se percebe é que a escola foi construída para atender a uma quantidade pequena de alunos, já que na data de sua construção (01/1982) não existiam os novos bairros e invasões próximos à mesma, que é recorrente do aumento populacional já tão bem conhecido pelos moradores antigos da cidade, devido às obras relacionadas à Usina Hidrelétrica de Tucuruí. Em contra partida verifica-se também o descaso dos governantes com a situação, pois hoje no quesito estrutura a escola deixa a desejar, não só na falta de espaço nas dependências, mas também na qualidade da construção e de materiais como carteiras, lousas, lâmpadas, ventiladores e alguns materiais pedagógicos. O curioso é o grande espaço existente na escola em área descoberta, o qual é utilizado pelos alunos e professores para fazer recreação, (torneios) aulas de Educação Física ou simplesmente usado na hora da entrada, recreio e saída para os mesmos correrem à vontade.

São desconfortáveis algumas situações para as crianças e que é impossível de não se notar, tais como: lanchar em pé ou pelos cantos com a vasilha nas mãos, não ter espaço coberto para brincar na hora do recreio e ter que ficar ao sol, carteiras inadequadas, salas sem iluminação e ventilação insuficiente. Faltam livros para os alunos, pois a maioria não tem o livro didático de direito doado pelo MEC e não tem acervo bibliográfico para pesquisa dos alunos.

Contudo vale ressaltar que os professores e funcionários têm acesso a internet banda larga para pesquisa, o que é muito importante principalmente para o educador que poderá pesquisar assuntos atuais sobre as disciplinas que lecionam, possui também um data show que pode ser um instrumento de grande valor quando bem utilizado na inovação das aulas acompanhando assim os avanços tecnológicos que tanto atraem crianças, jovens e adultos.

O corpo técnico-administrativo que assumiu esse ano tem buscado alternativas possíveis para os avanços no aspecto pedagógico, bem como a administração da política educacional numa busca constante pela interação entre todos que compõe a comunidade escolar. Para isso assumem suas funções de acordo com as disposições das mesmas, assumem papéis distintos na falta de alguns profissionais relevantes para o bom andamento do processo educativo.

O corpo técnico-administrativo é composto por uma diretora com formação superior e cursando complementação em Pedagogia, um vice-diretor com formação superior e cursando complementação em Pedagogia, um supervisor capacitado para a função com Pedagogia e uma supervisora também com formação superior.

A supervisão exerce função fundamental dentro da escola no que diz respeito às atividades pedagógicas, onde sua atuação de fato se faz necessário.

Sendo o planejamento anual e o Plano de Desenvolvimento da Escola um referencial importante na execução de projetos e ações da escola e estando os supervisores cientes de suas funções junto à equipe docente, verifica-se a preocupação dos supervisores em basear-se pelos mesmos.

Porém, o planejamento de curso a muitos anos no município é unificado, numa organização que não está veiculado aos Projetos Políticos Pedagógicos das escolas (as que possuem, não é o caso.) ou outros projetos voltados à realidade da escola.

Dentro da escola organizam-se os conteúdos de forma também a unificar e nivelar as turmas num contexto de unidade, para que bimestralmente se faça uma prova única, contextualizada e adotada por todos da mesma série ou ano. O que a escola executa é um parâmetro baseado numa perspectiva de integração e seguindo o perfil de unificação das atividades e eventos escolares da rede municipal.

O mais importante, no entanto, nas dificuldades é encontrar alternativas que amenizem ou solucionem situações de desconforto, limitações e infra-estrutura. O que é demonstrado pelos professores e equipe ténico-administrativo.

A criatividade dentro desse espaço cheio de inadequações surge diariamente como forma de superação.

As alternativas são explicitas nas organizações dos horários, cronogramas e atividades dos alunos, no revezamento de espaço e de material, materiais alternativos da própria vivência do aluno, pesquisa panorâmica do espaço do aluno através da visualização, convívio e conhecimento. O professor que percebe a dificuldade na sistematização e no repasse de seus conteúdos busca meios, interage, pesquisa e encontra no mundo do seu aluno e nos conhecimentos do mesmo as soluções mais criativas para superar questões relacionadas ao espaço físico, de processos e de aprendizagem.

6- CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estágio proporcionou análise das situações do cotidiano escolar que subsidiará nossa atuação na área administrativa e pedagógica.

Oportunizou relacionar os conhecimentos obtidos em curso, com a pratica do estágio na área de Gestão e Supervisão Educacional. Com uma percepção mais analítica do que crítica, pois algumas situações na área da gestão e da supervisão são de difícil aplicação pelos profissionais da área, devido não ter um serviço de orientação e de outros profissionais.

Acredito que a Orientação Educacional completa a ação da Supervisão e da escola como um todo. A parceria desses profissionais dentro da instituição escolar minimizaria algumas dificuldades que não estão voltadas aos recursos materiais, à estrutura escolar ou tão pouco com a organização política da escola e sim com aspectos emocionais e comportamentais.

O Supervisor Escolar é uma “peça” fundamental, em virtude da área pedagógica que é a essência do seu trabalho escolar ser também a essência do trabalho dentro da escola.

De nada adiantarão às leis, as propostas, as metodologias se a gestão e a supervisão pedagógica não direcionar ações viáveis ao cumprimento de qualquer proposta como por exemplo o Projeto Político Pedagógico.

Ao fundamentar seu trabalho com os referenciais que temos hoje no país, como as leis educacionais e as propostas para as áreas de conhecimentos, os gestores e supervisores não estarão somente sistematizando as ações dentro da escola, mas sim cumprindo determinações legais, decididas a partir de resultados obtidos na avaliação da rede educacional, debates e estudos acerca dos problemas. É o que os órgãos educacionais verdadeiramente espera que se faça.

O PNE consolida um desejo e um esforço histórico de mais de 60 anos, e é a realização do sonho de diversos educadores.( CELI TEREZINHA WOLFF: Supervisão Pedagógica-2007)

É obvio que os objetivos propostos não se efetivarão em curto prazo. Para tanto existe a necessidade do comprometimento de todos os profissionais, e disponham de tempo e recursos, sabendo que mesmo em condições boas de recursos, dificuldades e limitações sempre estarão presentes, pois na escola manifestam os conflitos existentes na sociedade.

7 – REFERÊNCIAS

BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros curriculares nacionais: apresentação dos temas transversais e ética . Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRASIL. MEC/PDE. Plano de Desenvolvimento da Escola: estudo e treinamento. Brasília: MEC/PDE, 2008.

EMEF FERNANDO GUILHON. Plano de Desenvolvimento da Escola. PDE, 2009.

LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. Disponível em: ‹http://portal.mec.gov.br/arquivospdf/ldb.pdf›. Acesso em: 22 de setembro de 2009.

Losso,Adriana Regina Sanceverino.Caderno de Estudos: orientação educacional, Centro Universitário Leonardo Da Vinci. – Idaial: ASSELVI,2008.

Martins, Josinei.Caderno de Estudos:currículo: teoria e prática, Centro Universitário Leonardo Da Vinci. – Idaial: ASSELVI,2008.

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO .Disponível em: www.mieib.org.br/legis/pne.doc. Acessoem 30 de setembro de 2009.

Wolff, Celi Terezinha. Caderno de Estudos: supervisão pedagógica, Centro Universitário Leonardo Da Vinci. – Idaial: ASSELVI,2007.

ANEXOS
( fichas com as perguntas e respostas da entrevista e fichas do estágio)



Seja Bem-vindo (a)

Podemos ser imortais!!!



Nossas ideias, nossas atitudes, nossa maneira de pensar e agir... passam a fazer parte daqules que aprendem conosco. E de uma certa forma eles são um pouco de nós.





É essencial para nossa vida repassar nossos "saberes"





É UMA MISSÃO.







Leila